segunda-feira, 1 de março de 2010

Ambrozinho eu não largo jamais.

- Mas ele tem chulé.
- Mas ele compra aquelas broinha de milho do seu Zé.

- Mas ele arrota na mesa.
- Mas ele que compra as tolha da dona Geisa.

- Mas ele bate em você. Olha esse rosto todo esfolado.
- Mas Ambrozinho é bão. Ele que compra as carne moída de segunda do açougue do largo.

- Mas ele é malandro.
- Mas paga as conta. E se tá pagando... Nóis vai ficando.

"Atendimento a gente cria para o mundo. Aqueles que não aguentam bebem leite (ou comem danoninho). Enquanto isso, a gente segue caminhando e apanhando, mas sem largar o Ambrozinho, que é osso, mas também banca "as carne."

Homenagem/piada interna. Só quem passa sabe!

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