Para saudades verdes, atitudes maduras.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
segunda-feira, 16 de janeiro de 2017
Tum!
Até ontem eu era uno
E de repente me vem você,
fazendo tudo virar dois.
As coisas ganharam mais cores...
Não pelas lentes dos meus óculos novos
Mas pelas lentes do teu novo olhar.
As viagens que imagino agora tem você
Os sonhos que eu sonho agora tem você
A vida inteira que eu quero viver
De hoje até o infinito,
Tem você.
E você sequer imagina o quanto de você
já tem em mim.
K
M
Sabe o que é estar desperto?
É andar no trânsito e perceber que, enquanto todos aceleram estressados,
você está no universo paralelo, reparando que aquela rua que você passa todo dia nunca é todo dia igual.
Que hoje as árvores estão mais mais floridas e coloridas. Talvez pela chuva de ontem, que prova o quanto a natureza é sabia.
Que tirando aquela moça da coxa grossa, as prostitutas matinais não são as mesmas da semana passada. E estão caprichando cada vez mais no visual.
Que o cachorrinho atravessa bem na minha frente porque sabe que eu vou parar para ele passar.
Que no rádio uma música embala tudo isso dizendo:
"Eu juro, afeto e paz não vão te faltar". E não vão mesmo.
A vida boa tá aí, minha gente. É só reparar.
Carinho é amor.
Levem a hora da vida para passear e sejam felizes.
você está no universo paralelo, reparando que aquela rua que você passa todo dia nunca é todo dia igual.
Que hoje as árvores estão mais mais floridas e coloridas. Talvez pela chuva de ontem, que prova o quanto a natureza é sabia.
Que tirando aquela moça da coxa grossa, as prostitutas matinais não são as mesmas da semana passada. E estão caprichando cada vez mais no visual.
Que o cachorrinho atravessa bem na minha frente porque sabe que eu vou parar para ele passar.
Que no rádio uma música embala tudo isso dizendo:
"Eu juro, afeto e paz não vão te faltar". E não vão mesmo.
A vida boa tá aí, minha gente. É só reparar.
Carinho é amor.
Levem a hora da vida para passear e sejam felizes.
Me encantei por um desconhecido
Me encantei por um desconhecido
Ele diz que eu sou louca
me faz falar, me calar.
Me manda um sonoro lá lá lá
Enquanto eu imagino em devaneios
todos os blá-blá-blás
que essa história poderia se tornar.
Logo eu que não entrego e não me apego
Que sou lago raso onde o pato não afunda
E formiga só molha as canelas.
Logo eu que numa noite quente e sozinha,
Fui surpreendida por ele,
Com a embriaguez que dá coragem
e tira a sutileza para falar o que pensa
Sem filtro, com firmeza.
De repente, um louco que se encaixa.
Que diz coisas com sotaque enrolado,
cheio de graça
Um louco tímido, romântico, sensual
Que sabe olhar o mundo com cor, com foco, com a visão que exclui o que é banal.
Logo eu, desavisada...
Simplesmente me encantei
de um jeito que o coração desconhece.
Um compasso novo, totalmente inédito
Como uma peça no quebra-cabeça desajustado, desmiolado, bagunçado de tanto tentar montar.
Mas ele está longe.
Pode ser excesso de blá-blá-blá
E ele diz apenas lá lá lá
sexta-feira, 13 de janeiro de 2017
Fidelidade
Para mim, fidelidade não é um pedido que eu possa atender.
Fidelidade é uma conquista diária.
Coisa que tem que existir entre eu e você.
Fidelidade é atenção cultivada.
Sou fiel enquanto você não me permite olhar para os lados.
Sou fiel enquanto você preenche meu mundo por completo.
Sou fiel enquanto você povoa meus pensamentos com as fantasias mais loucas.
Sou fiel porque eu quero tanto você,
que não sobra espaço para mais ninguém preencher o teu lugar.
Sou fiel porque eu quero ser.
Não porque eu sou propriedade de você.
Fidelidade não é um pedido. É um mérito.
Fidelidade é uma conquista diária.
Coisa que tem que existir entre eu e você.
Fidelidade é atenção cultivada.
Sou fiel enquanto você não me permite olhar para os lados.
Sou fiel enquanto você preenche meu mundo por completo.
Sou fiel enquanto você povoa meus pensamentos com as fantasias mais loucas.
Sou fiel porque eu quero tanto você,
que não sobra espaço para mais ninguém preencher o teu lugar.
Sou fiel porque eu quero ser.
Não porque eu sou propriedade de você.
Fidelidade não é um pedido. É um mérito.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
Direito do túnel do tempo da maturidade dos 13 anos.
O nosso
amor durou anos.
Carreguei-te
nos meus sonhos
Te fiz
personagem dos meus desejos mais loucos
E deixei-te
protagonizar soberano em cada um deles.
Te fiz
pasta com recorde de pins no meu pinterest
Te imaginei
chegando ao amanhecer,
Ao
entardecer e na calada da noite.
Te
fantasiei nos meus desejos das mais diversas formas
Um
chapeleiro, um cavaleiro sem cabeça, um pirata insano
Me encantei
com o toque do teu violão e toquei.
E jurei que
não te trocaria por nenhum.
Mas os
amores da tela são fugazes...
As vezes
são fortes e vorazes.
Me perdi
por um tempo nos braços do vampiro
Mas voltei,
porque com sangue ainda nas veias,
recordei
que era teu o meu suspiro
Agora não.
Creio não ser mais passageiro.
Venho aqui
de fato me despedir.
Vi num
filme. A melhor forma é uma carta que você nunca vai ler.
Sir Johnny
Deep,
Foi um
prazer namorar com você sem você nunca saber.
Estou te
trocando agora pelo Mário Casas.
Ele me fez
chorar nos 2 únicos filmes que assisti
E não
resisti. Me apaixonei.
Agora só
peço a você que guarde tudo em segredo e não o deixe saber.
Sabe como é.
O encanto
só dura no platô à beira do abismo da terra do nunca.
Aquela que
não é e nem nunca vai ser.
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
Por que, mãe?
Felipe, 5 anos: Mãe, por que as
pessoas morrem?
Mãe, eu: Mas filho, na
verdade as pessoas não morrem. É que elas são de outro lugar e estão aqui só de
passagem.
Felipe, 5 anos: De outro lugar?
Mãe, eu: É, filho. O mesmo
lugar de onde você veio antes de nascer. Daí, esse mundo aqui é tipo uma
escola: você vem, aprende e depois volta lá para esse lugar. É o que as
pessoas chamam do “nasce, cresce e morre”. Mas na verdade eu prefiro dizer que da gente﷽﷽a
para a versluzinha, antes de morar nesse cortpo. ilha ainda mais. . orpo. E ase
prepara para levar o leite fermentad"seres espirituais
vivendo uma experiência na terra. “
Felipe, 5 anos: Mãe, o que é um
ser espiritual?
Mãe, eu: É o que a gente é de verdade. Tipo
uma luzinha, antes de morar nesse corpo. Daí, quando acaba a “lição” aqui na
Terra, o corpo da gente morre e a gente volta para a versão “luzinha” e vai lá
para o lugar da onde a gente veio antes de nascer.
Felipe, 5 anos: E como chama esse
lugar, mãe?
Mãe, eu: Eu chamo de plano espiritual, filho.
É para onde os espíritos vão.
Felipe, 5 anos: E ele fica muito
longe?
Mãe, eu: Não sei, não... Mas dizem que fica
lá no céu. Por isso que quando alguém “morre” aqui na Terra eles falam que foi
para o céu. Daí você vê... A pessoa não morre. Ela vai para o céu.
Vinícius, 10 anos:
Snif...
Mãe, eu (sem olhar
para trás): Emocionou de novo, né?
Vinícius, 10 anos:
Snif... Sim.
Alguém aqui sabe
muito mais do que aparenta.
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