sexta-feira, 8 de março de 2013

Mulher, sim! E muito.


Frágil, delicada e sensível?
Carregamos nove meses um outro ser dentro de nossas barrigas, damos conta da casa, do trabalho, da criança e, no final, ainda damos.
Andamos quilômetros em cima de um salto 12, ignorando bolhas e joanetes que possam insistir em doer.
Temos TPM e sangramos uma vez por mês, aguentando cólica, dores e pessoas ao redor dizendo que estamos chatas e mau humoradas.
Cozinhamos, ajeitamos a casa e a nós mesmas, mesmo depois de um dia todo de trabalho.
Lavamos, passamos, cozinhamos, damos conta do serviço pesado mesmo quando dizem que mulher não deve carregar peso.
Brigamos bravamente com a balança, com a vontade de comer chocolate e somos mestres no auto controle mesmo que em alguns momentos possamos parecer completamente descontroladas.
Trocamos o pneu do carro, a lâmpada, a resistência do chuveiro, o gás e o galão de água se precisar.
Aprendemos a abrir o pote de azeitonas.
E sabe o que tudo isso quer dizer?
Que somos mais mulher que muito homem.

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