Gestos singelos que pouco a pouco
Descortinam um novo mundo.
Deixam para trás as velhas cicatrizes de
Outrora e reabrem para o amor os
Velhos corações já calejados pela dor.
Agora com uma euforia quase infantil,
Renovam suas almas, que se tornam leves e desnudas.
Como crianças inocentes que riem, amam, pedem e choram.
Faz metade de nós amor, e a outra metade o desejo de amar para sempre.
Ainda que o para sempre seja apenas o limite de tempo imposto pela vida.
Reconheço não ser tão boa quanto os grandes poetas.
Mas creio que seria mesmo um disparate da minha parte descrever com substantivos
comuns um sentimento de tamanha proporção que foge do comum.
Talvez essa seja a magia do verdadeiro amor:
Jamais ser traduzir em pífias palavras o que apenas se pode sentir.

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