Meu, me pague!
Criou daquela vez como se fosse a última.
Fez cada job seu como se fosse o único.
Pensou o dia inteiro e ficou o máximo.
Mandou pro atendimento num e-mail tímido.
Teve que refazer como se fosse máquina.
A campanha reprovada com argumentos sórdidos.
Criou mais uma vez outros roteiros mágicos.
Esperou aprovação como se fosse lógico.
O cliente não gostou e aconteceu o trágico:
pediu pra refazer como se fosse um príncipe.
Tentou reagir mas se sentiu estático.
Pensou mais uma vez no concurso público.
E virou a noite inteira parecendo um bêbado.
Comeu pizza de novo e ficou mais flácido.
Bebeu a noite inteira cafezinhos básicos.
Saiu de manhazinha se sentindo estúpido.
E ainda teve que voltar pra terminar no sábado.
É pra mandar se foder
depois pedir pra sair
É só deixar de viver
Ou sempre se repetir
Se for pra re-leiautar
Vai demorar pra sair
E aquela tal referência
Que já deixou de existir
Meu! Me pague
Nota: Gentchi, o texto não é da minha autoria, mas achei que na atual circuntância merecia muiiiiito estar aqui! E quem conhece a atual circunstância, sabe beeeem o quanto merecia!
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
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